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A Bíblia, Manipulação e o Mercado da Fé segundo a opinião de um ex-crente chamado Fábio

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O trecho da entrevista discute intensamente a manipulação da Bíblia por líderes religiosos, afirmando que muitos a utilizam de forma indevida, especialmente para obter ganho financeiro. O entrevistado explica que, aproveitando a crença de que a Bíblia é a Palavra de Deus, pastores e apóstolos isolam versículos e os aplicam a situações monetárias, como o sacrifício de Isaque, para induzir os fiéis a darem grandes ofertas. Além disso, a fonte argumenta que essa manipulação não se restringe apenas ao dinheiro, mas é usada para fins pessoais, como atacar oponentes ou controlar a própria família, sugerindo que a vasta maioria (98%) dos líderes religiosos está ciente de que está usando a fé como um “mercado” ou negócio, onde a evolução e a criação de diferenciais, como novos títulos ou cultos específicos, são estratégias para atrair público e dinheiro. Finalmente, o trecho da entrevista desafia a ideia de que existem cristãos autênticos hoje em dia, pois o Sermão da Montanha de Jesus impõe um padrão de conduta considerado inatingível, e até mesmo figuras como o Apóstolo Paulo foram inconsistentes com os ensinamentos de Jesus ao pregar a exclusão.

Minha opinião (Alex Rudson):

Tem muita coisa que ele falou que eu concordo, mas tem outras que não… sobre o inferno, com certeza existe: Jesus falou sobre o inferno em várias passagens, usando linguagem forte para alertar sobre as consequências eternas do pecado. Em Mateus 5:29-30, Ele diz que é melhor entrar na vida com um olho ou mão defeituosa do que ter dois olhos ou duas mãos e ser lançado no fogo do inferno, destacando a importância de evitar o pecado a todo custo.
 Em Mateus 10:28, Jesus afirma que se deve temer aquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno, reforçando a ideia de que o inferno é um lugar de destruição definitiva.

Outra passagem significativa é Mateus 25:41, onde Jesus diz: “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos”, indicando que o inferno é um lugar de punição destinado aos que se opõem a Deus.
 A parábola do rico e Lázaro em Lucas 16:23-24 descreve o rico em tormentos no inferno, pedindo água para aliviar a dor, o que ilustra o sofrimento associado a esse lugar.
 Além disso, em Mateus 18:8-9, Jesus usa a imagem de cortar a mão ou arrancar o olho para evitar o pecado, pois é melhor entrar na vida coxo ou cego do que ser lançado no fogo eterno.

A referência a “fogo eterno” também aparece em Mateus 13:50, onde os ímpios são lançados na fornalha de fogo, onde haverá pranto e ranger de dentes.
 Em Apocalipse 20:10, o diabo é lançado no lago de fogo e enxofre, onde será atormentado de dia e de noite para todo o sempre, e em Apocalipse 21:8, o lago de fogo é descrito como a “segunda morte”, destinado aos incrédulos, abomináveis, homicidas e mentirosos.
 A palavra grega “Geena”, traduzida como “inferno” em Marcos 9:47, refere-se ao vale de Hinom, um lugar de lixo e fogo que simboliza a destruição total, não um tormento eterno.   Outra coisa que preciso enfatizar é sobre o fato de ser cristão:  Romanos 10:9, que diz: “Se, com tua boca, confessares que Jesus é Senhor, e creres em teu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo!”.
 Essa confissão é complementada pela fé no coração, pois “com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação”.
 A passagem reforça que essa salvação está disponível a todos, sem distinção de judeu ou gentio, pois “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”.
 A mensagem é clara: a confissão pública de Jesus como Senhor, combinada com a fé interior na ressurreição, é o caminho para a salvação.   Nós não precisamos ser perfeitos porque só Jesus conseguiu ser, isso porque ele veio como homem mas permaneceu aqui na terra como filho Deus. Por meio d’Ele é que podemos ser salvos e perdoados, não porque merecemos, mas porque nos foi concedida essa graça por meio do seu sacrifício ali na cruz do calvário: Evangelho de João, capítulo 1, versículo 14: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade”.
 Essa frase é central para a doutrina da encarnação, afirmando que o eterno Filho de Deus assumiu uma natureza humana sem perder Sua divindade.
 O termo “Verbo” no texto original grego é “Logos”, que significa “Palavra” ou “Razão”, e é usado por João para referir-se a Jesus como a expressão perfeita de Deus.
 A passagem destaca que a vida divina de Deus foi manifestada na forma humana de Jesus, permitindo que essa vida fosse transmitida à humanidade.  Efésios 2:8-9, afirma que: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie”.
 Essa passagem destaca que a salvação é um presente de Deus, concedido pela graça e recebido por meio da fé, e não por méritos próprios.
 O texto também enfatiza que, como resultado dessa salvação, os crentes são criados em Cristo Jesus para praticar boas obras, as quais Deus preparou antecipadamente para que as realizassem.  A bíblia guarda a essência dos ensinamentos de Deus, seu filho Yeshua e também de seus servos então ela é totalmente eficaz e essencial para que todos se aproximem de Deus.

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