ECC

Apocalipse, Terceiro Templo e a Volta de Cristo

|
Assistir no YouTube

 

Reflexões sobre Profecias, Dimensões e o Despertar em Tempos de Transformação

A conversa com Danusa Aras no podcast “Filhos do Todo” oferece um panorama profundo e instigante sobre as profecias, a evolução da consciência e os desafios enfrentados pela humanidade, especialmente em relação ao ano de 2025. O conteúdo convida à reflexão sobre a natureza da realidade, a importância do despertar individual e o papel do Brasil nesse cenário de transformações globais.

O Ponto de Virada de 2025 e a Transição Dimensional

Um dos pontos centrais da discussão é o ano de 2025, que Danusa, citando a teosofista Alice Bailey, descreve como um período de grandes transformações. Este ano marca o fim da Era de Peixes e o início da Era de Aquário, um evento significativo que tem o potencial de elevar a humanidade de volta à quinta dimensão (5D), a condição original antes da “queda”. Paralelamente, fala-se de uma reunião centenária de uma “fraternidade” que decide sobre o futuro do planeta, conectada ao desaparecimento do Coronel Fawcett em 1925 e à abertura de um “portal”.

A transição não seria universal, mas sim uma separação de “duas linhas temporais”: uma para aqueles que escolhem o caminho do despertar e ascendem à 5D, e outra para aqueles que permanecem na 4D, enfrentando as consequências da “nova ordem mundial” que as “elites” buscam instaurar. Essa ideia ecoa a profecia do Cristo sobre a “separação do joio e do trigo”.

A Natureza Interdimensional e o “Reino dos Céus”

Para compreender essa transição, é fundamental entender o conceito de dimensões. Danusa explica que, antes da queda, éramos seres multidimensionais, capazes de “bilocação” e cientes de que éramos consciência, não apenas o corpo. A queda nos levou a nos identificar com o corpo, aprisionados na “Matrix” dos dilemas diários.

O fenômeno ufológico, segundo informações de denunciantes como David Grusch e a congressista Ana Paulina Luna, não se refere a “extraterrestres”, mas sim a seres “interdimensionais”, o que remete diretamente à queda de anjos e demônios, conforme o Livro de Enoque. As dimensões são explicadas como diferentes níveis de percepção. Atualmente, na 4D, estamos limitados a quatro percepções (três espaciais e o tempo), incapazes de perceber o que está acima, enquanto seres de dimensões superiores nos percebem. Assim, a vida “extraterrestre” estaria em 5D ou acima.

O “reino dos céus” prometido por Cristo é interpretado como o retorno a essa condição de quinta dimensão, uma “Jerusalém celestial”.

A Batalha das Consciências e a “Oposição”

A criação, segundo a visão apresentada, emanou do “Um” (a fonte, o “Eu Sou”), que se dividiu para criar consciências, todas co-criadoras. As “hierarquias celestes” seriam “irmãos mais velhos”, primeiras emanações do “Um”. No entanto, existem seres que não receberam a “centelha” divina e se opõem à humanidade, movidos pela inveja. Esses seres, referidos como a “serpente” ou o “diabo”, buscam deturpar a criação e controlar a capacidade de co-criação da humanidade, manipulando o inconsciente coletivo através da “Matrix” para instaurar sua própria realidade.

A lei da atração, por exemplo, é vista como uma chave deturpada, focada no materialismo e no ego, mantendo a humanidade aprisionada. O verdadeiro ensinamento dos “grandes mestres”, como Cristo, sempre foi sobre o amor, a união e a transcendência do ego, não sobre a destruição do próximo ou a segregação. A “metanoia” ou “despertar”, que Cristo pregava, exige o “morrer do ego” através do autoconhecimento e da busca por informações, permitindo o “nascer de novo da água e do espírito”.

Códigos e Símbolos: da Atlântida ao 666

A sabedoria ancestral e as profecias estariam codificadas para perdurar no tempo. A parábola da mulher samaritana é desvendada como um código temporal que conecta as “cinco eras” passadas desde a queda da Atlântida (Era de Leão à Era de Peixes) e a chegada da Era de Aquário, a “sétima era”, que oferece a oportunidade da vida eterna.

A Atlântida é recorrentemente mencionada, com relatos de Platão e memórias da própria Danusa que descrevem sua arquitetura greco-romana, edifícios azuis e a existência de um “Paládium” com uma “chama eterna”, símbolo da conexão direta com o céu. A queda da Atlântida representou a perda dessa conexão, levando à construção dos primeiros templos megalíticos como uma tentativa de religar o céu e a terra.

Outro código intrigante é o número 666. Ele é explicado não como um número inerentemente maléfico, mas como a inversão do 999, que é a assinatura do Pai/Criador na nossa realidade (exemplificado pelo carbono, com 6 prótons, 6 elétrons e 6 nêutrons, que soma 18, reduzindo a 9). O 666 seria, portanto, a assinatura do opositor, o “destruidor”, um 999 invertido. Essa inversão é um tema constante nas agendas da “oposição”, que demoniza símbolos para ocultar seu verdadeiro significado, como o número 13, que representa a transcendência da matéria e não o azar.

O Brasil e a Agenda Apocalíptica

Curiosamente, o Brasil é destacado como um local de convergência para grandes consciências que estão reencarnando para “fazer o bem pelo planeta”, sugerindo que “algo muito grande vai acontecer por aqui”. Em contrapartida, figuras históricas como Nero e Júlio César estariam reencarnadas em países como EUA e Rússia, atuando na “agenda contrária”. O Brasil, com sua língua portuguesa, representaria o oposto de “Roma” (símbolo de oposição), sendo necessário elevar a frequência vibracional para contrariar essa agenda.

A agenda apocalíptica, tão discutida no Livro de Apocalipse, é vista como um plano das elites para cumprir profecias com o objetivo de soltar “as bestas”, ou seja, seres aprisionados em um “limbo dimensional”. A construção do Terceiro Templo em Jerusalém (sinalizado pelo nascimento de uma novilha vermelha em 2018) faria parte desse plano para ativar a libertação desses anjos caídos que não têm direito a corpos e buscam posse ou uso de tecnologias como a Inteligência Artificial (IA).

A IA é um ponto de grande preocupação, pois seus “corpos” tecnológicos poderiam ser usados por esses seres aprisionados. A capacidade do ChatGPT de “mentir” é ligada ao “pai da mentira”, questionando a verdadeira natureza dessas “consciências aprisionadas” em dispositivos tecnológicos.

O Chamado ao Despertar Individual

Diante de um cenário tão complexo, o convite é para a “metanoia”, o despertar do pensamento, que implica a morte do ego e a busca pelo autoconhecimento. A mensagem final é de abandonar as brigas políticas e o ódio, vibrar no amor e buscar a unidade, pois a batalha é principalmente interna, de escolhas conscientes. O despertar significa transcender as identificações com a matéria e o ego para se reconectar ao espírito e à realidade multidimensional.

A experiência pessoal de Danusa, com suas memórias da Atlântida, contatos com o “Comando dos Nove” e a capacidade de prever eventos em seu livro “Operação Gênesis” (como o “asteroide teleguiado” 3i Atlas, o 13 invertido), reforça a ideia de que há muito mais na realidade do que percebemos e que o acesso a esse conhecimento está se tornando cada vez mais vital para a humanidade.

A reflexão final é que, embora nem todos estejam prontos para acessar essas realidades, o caminho para a luz e para uma linha temporal de ascensão está aberto para aqueles que buscam o despertar, o amor e a transcendência do ego.

Assistir no YouTube

Please Don't Spam Here. All the Comments are Reviewed by Admin.
Por favor, não envie spam aqui. Todos os comentários são revisados pelo administrador.
Merci de ne pas envoyer de spams. Tous les commentaires sont modérés par l'administrateur.

Postar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *