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Tarifa de 50% dos EUA ao Brasil: Causas, Consequências e a Perda de Credibilidade Internacional

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O Brasil, sob o governo atual, recebeu uma tarifa “mais do que merecida” de 50% dos Estados Unidos, uma medida que contrasta fortemente com a Argentina, que negocia tarifa zero para 80% de suas exportações. Essa alta taxação representa a maior tarifa do mundo aplicada ao Brasil, que anteriormente era de apenas 10%. O evento que serviu de “gatilho” para o anúncio dessa tarifa por parte do ex-presidente Trump foi o discurso do presidente Lula na reunião do BRICS.

Causas da Retaliação Americana

A principal razão apontada para essa retaliação é a perda de credibilidade internacional do Brasil e a percepção de que o país “não está do lado certo dessa guerra”, nem alinhado com o Ocidente ou a América. O vídeo argumenta que o Brasil se tornou uma “colônia chinesa” alinhada com ditaduras e contra os Estados Unidos.

Um ponto central é o objetivo do BRICS, que é descrito como um “projeto de poder globalista” com o único objetivo de destruir o Ocidente através da criação de uma moeda para concorrer com o dólar. Embora a existência de uma moeda secundária não seja um problema em si, a questão é que se trata de uma “moeda de ditaduras”. O dólar americano é utilizado em 48% das transações globais, demonstrando o poderio financeiro dos Estados Unidos, que, por sua “vaidade”, não permitirão facilmente que uma “moedinha de ditaduras” o desbanque ou ameace.

Outro fator crucial mencionado na carta de Trump e destacado no vídeo é a ausência de liberdade de expressão no Brasil, ou, mais especificamente, os “ataques às eleições livres e aos direitos fundamentais de liberdade de expressão”. Há relatos de pressão sobre as big techs e ordens de censura do Supremo Tribunal Federal (STF) a empresas americanas, com o STF até mesmo alterando o entendimento do artigo 19 do Marco Civil da Internet. A liberdade de expressão é considerada “sagrada para o americano”, e essa foi uma pauta constante do ex-presidente Trump. A postura anti-americana e anti-ocidente, comum na esquerda, também contribui para essa situação, juntamente com o tratamento dado a Bolsonaro. O governo Lula e o STF são apontados como os “grandes culpados” por essa retaliação.

Consequências para a Economia Brasileira

Os impactos dessa tarifa são considerados “nefastos para a economia brasileira”. O principal problema não está apenas na receita das empresas, mas na reputação e na “total perda de credibilidade internacional do Brasil”.

As ações de algumas empresas brasileiras podem ser severamente prejudicadas:
   Embraer: Mais de 20% de sua receita provém de exportações para os Estados Unidos.
   Minerva e Suzano: Também possuem uma parte significativa de sua receita dependente de exportações para os EUA.
Embora o mercado de ações responda a expectativas e este seja um fator desfavorável, não é o único determinante para o desempenho das empresas.

O maior risco, no entanto, é a queda do investimento direto estrangeiro no Brasil, o que tende a afastar investidores devido à perda de credibilidade. Menos investimento estrangeiro significa menos dólares entrando na economia, o que, por sua vez, pode fazer com que o dólar suba em relação ao real. Além disso, a redução do investimento direto implica em menos fluxo de informação, menos inovação e menos trocas, o que “não é bom pro Brasil”.

A criadora do vídeo sugere que, diante desse cenário, é importante manter uma parte do dinheiro (pelo menos 30%) fora do país, não em uma “colônia chinesa” como o Brasil.

Críticas e Perspectivas

A postura do governo brasileiro de “peitar” os Estados Unidos é vista como “arrogância”. A criadora do vídeo argumenta que o Brasil não entende que “não dá para brigar com gente grande” e que os EUA são “muito maior e assim tem muito mais instrumentos de punição para o Brasil”. A Lei 19 das “48 leis do poder”, “nunca ofenda a pessoa errada”, é citada para ilustrar essa ideia.

A solução proposta para minimizar os efeitos negativos é que o governo “desista dessa retórica anti-americana” e se coloque em seu lugar, reconhecendo que “tem muito mais a perder peitando o Trump do que baixando a guarda”. Há uma crítica à comparação do crescimento do PIB nominal do Brasil, que “não significa nada”, com o PIB per capita, que mostra um crescimento “ridículo medíocre” do Brasil em um século, em contraste com o dos Estados Unidos.

Finalmente, a tarifa de 50% é vista como “pouco” dada a “arrogância” do governo Lula, e há uma esperança de que tal medida possa “acordar” aqueles que defendem uma postura anti-americana.

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