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O Novo Rastreio do Pix e a Busca pela Soberania Financeira

O cenário das transações digitais no Brasil está passando por uma mudança significativa. O que antes era considerado por alguns como um espaço de difícil monitoramento, agora conta com novos sistemas de combate a fraudes e rastreamento do caminho do dinheiro. Embora o objetivo central seja dificultar a vida de criminosos e facilitar a devolução de valores a vítimas de golpes, essa nova realidade traz implicações diretas para milhões de brasileiros.

A Nova Era do Pix: Rastreabilidade Total

O sistema, que vem sendo chamado de “Devolução 2.0”, permite que transações sejam rastreadas através de múltiplas contas, aumentando a chance de recuperação de valores. Estima-se que, até 2026, o rigor sobre essas movimentações será ainda maior.

Essa vigilância intensificada acaba afetando cerca de 32 milhões de trabalhadores autônomos, como manicures e pedreiros, que muitas vezes não possuem documentação robusta para comprovar a origem de seus ganhos informais. A justiça já apresenta precedentes de bloqueios de contas bancárias por considerar insuficientes os extratos que demonstram apenas entrada e saída de valores sem comprovação de origem.

Riscos de Malha Fina e Movimentações Bancárias

Um ponto de alerta importante nas fontes é o volume de movimentação. Movimentações acima de R$ 5.000,00 já estão sob um rastreio mais rigoroso, o que pode levar o contribuinte diretamente para a “malha fina” caso os valores não sejam declarados corretamente à Receita Federal.

Além disso, práticas comuns, como emprestar o cartão de crédito para familiares, podem gerar problemas. Se várias pessoas usam o limite de um cartão e pagam o dono via Pix, o montante total é contabilizado como movimentação na conta do titular, o que pode inflar artificialmente sua renda perante o fisco. O mesmo cuidado deve ser tomado por quem possui MEI, respeitando o limite anual de faturamento (aproximadamente R$ 81 mil), pois a inteligência artificial dos órgãos reguladores está cada vez mais eficiente em cruzar dados de maquininhas e Pix.

O Argumento da Privacidade e Segurança

As fontes argumentam que a transparência total do sistema bancário tradicional pode tornar o cidadão uma vítima mais fácil de golpes, já que criminosos podem ter acesso a informações sobre o quanto uma pessoa movimenta ou seu CPF. Nesse contexto, defende-se a busca pela opacidade financeira — não como meio de sonegação, que é crime, mas como uma ferramenta de privacidade e segurança pessoal.

A Solução via Mercado Cripto e Rede Liquid

Como alternativa para obter essa privacidade e “soberania”, as fontes sugerem a utilização da tecnologia blockchain, especificamente a Rede Liquid. Esta rede é uma sidechain do Bitcoin que oferece duas características principais:

  1. Confidential Transactions (Transações Confidenciais): Ocultam os valores transacionados.
  2. Confidential Assets (Ativos Confidenciais): Ocultam o tipo de ativo (se é Real, Dólar ou Bitcoin) que está sendo enviado.

Diferente das “shitcoins” que podem perder valor rapidamente, a estrutura blockchain é apresentada como o futuro financeiro, sendo adotada até por grandes instituições como Black Rock e JP Morgan.

O “Manual da Soberania”

Para implementar essas ideias, o autor das fontes propõe um fluxo de trabalho que inclui:

  • Receber em cripto (Real ou Dólar) para manter a privacidade das vendas.
  • Utilizar cartões de cripto ou em dólar para gastos cotidianos, evitando cartões de crédito nacionais com reporte automático.
  • Operar via P2P (Peer-to-Peer) para converter valores, buscando taxas menores e maior discrição.

Nota Importante: As fontes enfatizam que o conteúdo é estritamente educacional. O autor esclarece que não incentiva a sonegação de impostos, ressaltando que é responsabilidade de cada indivíduo declarar seus ganhos conforme a lei. O objetivo principal das estratégias apresentadas é proteger a privacidade do usuário contra golpes e garantir maior controle sobre o próprio dinheiro.

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