O Grande Mandamento e a Autoridade de Jesus Desafiada

O capítulo 22 do Evangelho de Mateus narra uma série de interações cruciais entre Jesus e seus oponentes, culminando no ensino central sobre o amor a Deus e ao próximo, e expondo a autoridade divina de Cristo. Este capítulo é marcado por parábolas que ilustram a natureza do Reino dos Céus e por debates que revelam a sabedoria e a perspicácia de Jesus diante das tentativas de seus adversários de o desacreditarem.

1. A Parábola das Bodas (Mateus 22:1-14)

Contexto: Jesus continua a ensinar por parábolas, respondendo implicitamente às questões sobre Sua autoridade levantadas no capítulo anterior.

A Narrativa:

O Ensino Principal:

2. A Questão do Tributo a César (Mateus 22:15-22)

Contexto: Fariseus, buscando enredar Jesus, questionam a legitimidade de pagar tributo ao imperador romano.

A Narrativa:

O Ensino Principal:

3. A Questão da Ressurreição (Mateus 22:23-33)

Contexto: Os saduceus, que não acreditavam na ressurreição, apresentam um caso hipotético para ridicularizar essa doutrina.

A Narrativa:

O Ensino Principal:

4. O Grande Mandamento (Mateus 22:34-40)

Contexto: Um fariseu, doutor da lei, tenta Jesus com uma pergunta sobre qual é o maior mandamento da Lei.

A Narrativa:

O Ensino Principal:

5. A Pergunta sobre o Filho de Davi (Mateus 22:41-46)

Contexto: Jesus, agora tomando a iniciativa, desafia os fariseus com uma pergunta sobre a identidade do Messias.

A Narrativa:

O Ensino Principal:

Conclusão: Mateus 22 apresenta um ponto de inflexão nas interações de Jesus com seus oponentes. Ele não apenas responde com sabedoria às suas tentativas de engano, mas também revela verdades essenciais sobre o Reino dos Céus, a importância do amor a Deus e ao próximo, e sua própria identidade divina. O capítulo culmina com o silêncio dos seus adversários, reconhecendo implicitamente a autoridade e a sabedoria incomparáveis de Jesus.

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Mateus 22

¹ Então Jesus, respondendo, tornou a falar-lhes em parábolas, dizendo:

² O reino dos céus é semelhante a um certo rei que celebrou as bodas de seu filho;

³ E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas, e estes não quiseram vir.

⁴ Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado, os meus bois e cevados já mortos, e tudo já pronto; vinde às bodas.

⁵ Eles, porém, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio;

⁶ E os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.

⁷ E o rei, tendo notícia disto, encolerizou-se e, enviando os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade.

⁸ Então diz aos servos: As bodas, na verdade, estão preparadas, mas os convidados não eram dignos.

⁹ Ide, pois, às saídas dos caminhos, e convidai para as bodas a todos os que encontrardes.

¹⁰ E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e a festa nupcial foi cheia de convidados.

¹¹ E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste de núpcias.

¹² E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele emudeceu.

¹³ Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o, e lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes.

¹⁴ Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.

¹⁵ Então, retirando-se os fariseus, consultaram entre si como o surpreenderiam nalguma palavra;

¹⁶ E enviaram-lhe os seus discípulos, com os herodianos, dizendo: Mestre, bem sabemos que és verdadeiro, e ensinas o caminho de Deus segundo a verdade, e de ninguém se te dá, porque não olhas a aparência dos homens.

¹⁷ Dize-nos, pois, que te parece? É lícito pagar o tributo a César, ou não?

¹⁸ Jesus, porém, conhecendo a sua malícia, disse: Por que me experimentais, hipócritas?

¹⁹ Mostrai-me a moeda do tributo. E eles lhe apresentaram um dinheiro.

²⁰ E ele diz-lhes: De quem é esta efígie e esta inscrição?

²¹ Dizem-lhe eles: De César. Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.

²² E eles, ouvindo isto, maravilharam-se, e, deixando-o, se retiraram.

²³ No mesmo dia chegaram junto dele os saduceus, que dizem não haver ressurreição, e o interrogaram,

²⁴ Dizendo: Mestre, Moisés disse: Se morrer alguém, não tendo filhos, casará o seu irmão com a mulher dele, e suscitará descendência a seu irmão.

²⁵ Ora, houve entre nós sete irmãos; e o primeiro, tendo casado, morreu e, não tendo descendência, deixou sua mulher a seu irmão.

²⁶ Da mesma sorte o segundo, e o terceiro, até ao sétimo;

²⁷ Por fim, depois de todos, morreu também a mulher.

²⁸ Portanto, na ressurreição, de qual dos sete será a mulher, visto que todos a possuíram?

²⁹ Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.

³⁰ Porque na ressurreição nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no céu.

³¹ E, acerca da ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou, dizendo:

³² Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos.

³³ E, as multidões, ouvindo isto, ficaram maravilhadas da sua doutrina.

³⁴ E os fariseus, ouvindo que ele fizera emudecer os saduceus, reuniram-se no mesmo lugar.

³⁵ E um deles, doutor da lei, interrogou-o para o experimentar, dizendo:

³⁶ Mestre, qual é o grande mandamento na lei?

³⁷ E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.

³⁸ Este é o primeiro e grande mandamento.

³⁹ E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

⁴⁰ Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.

⁴¹ E, estando reunidos os fariseus, interrogou-os Jesus,

⁴² Dizendo: Que pensais vós do Cristo? De quem é filho? Eles disseram-lhe: De Davi.

⁴³ Disse-lhes ele: Como é então que Davi, em espírito, lhe chama Senhor, dizendo:

⁴⁴ Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés?

⁴⁵ Se Davi, pois, lhe chama Senhor, como é seu filho?

⁴⁶ E ninguém podia responder-lhe uma palavra; nem desde aquele dia ousou mais alguém interrogá-lo. 


Mateus 22:1-46

Este artigo foi baseado na versão Almeida Corrigida e Fiel (ACF). 

Para ler o capítulo completo, acesse: 

https://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/22

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