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Existem satanistas dentro das igrejas evangélicas?

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Os relatos descrevem como grupos satanistas se infiltraram em igrejas evangélicas, especialmente a partir da década de 80, com o objetivo de corromper a doutrina cristã e neutralizar lideranças espirituais. Por meio de táticas sutis como a estimulação da ganância, vaidade e fofoca, esses infiltrados buscam semear divisões internas e substituir mensagens de santidade por teologias focadas em prosperidade e rituais vazios. As fontes destacam que a falta de autoridade espiritual e discernimento dos líderes atuais torna as congregações vulneráveis a essas influências externas e contaminações morais. Além disso, os textos oferecem orientações sobre como os fiéis podem identificar comportamentos maléficos, enfatizando a importância da reconciliação, da vigilância contra a apostasia e da resistência espiritual. Ex-membros relatam que o uso de feitiçarias e rituais visa paralisar ministérios, embora defendam que a verdadeira fé e a unção legítima sejam capazes de reverter esses ataques.

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Este artigo detalha as perspectivas e relatos apresentados nas fontes sobre a suposta infiltração e influência do satanismo dentro das igrejas evangélicas, abordando desde táticas históricas até sinais comportamentais de contaminação espiritual.

A Infiltração Histórica e Estratégica

Segundo o ex-satanista Daniel Mastral, houve um movimento coordenado de infiltração nas igrejas evangélicas, especialmente durante as décadas de 80 e 90, com o objetivo de corromper a pregação do evangelho. Em vez de ataques frontais, a estratégia focava em uma contaminação sutil da palavra, substituindo temas como amor, perdão e santidade por doutrinas de prosperidade e o que ele chama de “Babel” dentro da igreja, onde o foco se torna o exibicionismo espiritual.

Os infiltrados não se apresentavam com vestimentas caricatas, mas entravam como pessoas comuns, muitas vezes em grupos pequenos, para seduzir líderes através da vaidade, ganância e ambição. Mastral menciona que o objetivo era neutralizar ministérios e gerar divisão, focando em lideranças menores ou células, onde é mais fácil exercer influência.

Táticas de Corrupção e Falsa Prosperidade

As fontes descrevem métodos específicos usados para manipular os fiéis e a liderança:

  • A Estimulação da Vaidade: Infiltrados elogiavam pastores excessivamente para inflar seus egos, fazendo-os acreditar que possuíam uma autoridade ou unção superior, como a de profetas bíblicos.
  • Manipulação Financeira: Introduziu-se a prática de “puxar a fila” em ofertas e votos. Pessoas combinadas levantavam envelopes vazios para criar um “efeito manada”, induzindo outros a doarem grandes quantias sob a promessa de bençãos.
  • A “Legalidade” pelo Pecado: Mastral explica que feitiços e ataques espirituais só prosperam quando encontram um “ponto de contato” ou “legalidade”, que é o pecado oculto da vítima. Ele relata um caso onde a unção de um pastor auxiliar não teve efeito contra ele porque o auxiliar estava roubando a tesouraria da igreja.

Identificando o “Satanismo” no Comportamento

Além da infiltração direta, as fontes sugerem que o “satanismo” se manifesta através do caráter e de atitudes que contradizem os ensinamentos cristãos:

  • Hipocrisia e Exibicionismo: O Cristão é identificado como oportunista quando só demonstra fervor religioso com o microfone na mão, mas não mantém a mesma conduta fora da igreja ou no dia a dia.
  • Frieza e Mundanismo: Outro sinal apontado é a falta de interesse em atividades espirituais, como evangelismo e visitas a enfermos, enquanto há grande entusiasmo por festas, churrascos e prazeres mundanos.
  • Crentes Oportunistas: Pessoas que mudam de igreja em busca de cargos maiores ou vantagens financeiras, não valorizando a chamada de Deus, mas sim o status.

Divisão versus Reconciliação

A divisão é apontada como a principal ferramenta do inimigo para destruir uma igreja. Isso se manifesta através de fofocas, reuniões paralelas contra pastores e o estímulo à rebeldia.

Em contrapartida, as fontes enfatizam que o verdadeiro cristão deve seguir o ministério da reconciliação. O conselho bíblico para lidar com conflitos envolve conversar diretamente com o irmão em particular antes de levar o assunto adiante, evitando a exposição pública desnecessária e a “contenda”.

A Autoridade Espiritual e Conversão

Os relatos reforçam que a autoridade espiritual real depende de uma vida de integridade. Mastral narra que tentou lançar feitiços contra um pastor, mas eles falharam porque o homem estava preservado por Deus. Sua própria conversão ocorreu após um confronto espiritual onde um pastor, ao orar por ele, manifestou e expulsou entidades, demonstrando um poder que Mastral não conseguiu resistir.

Por fim, as fontes alertam sobre o uso indevido de títulos, como o de “Apóstolo”, argumentando que, biblicamente, o título exigia ter sido testemunha ocular da ressurreição de Cristo, e que o uso moderno pode ser uma forma de exercer uma autoridade indevida e contaminada.

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