reflexão

Estamos perdendo a liberdade de expressão no Brasil!

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É uma afronta à razão que o Twitter, uma plataforma global de expressão online, seja submetido a um regime de censura prévia e negação do direito à defesa no Brasil, enquanto opera livremente em nações que verdadeiramente personificam os ideais democráticos.

Nos Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Japão, Suíça e Suécia enfim em grandes democracias , a liberdade de expressão é resguardada como um pilar inviolável, permitindo o livre fluxo de ideias e o debate robusto que nutrem uma sociedade saudável.

Contudo, no Brasil, a empresa se depara com um paradigma distinto, em que a autoridade judicial se arvora como árbitro supremo da verdade, determinando arbitrariamente o que pode ou não ser dito na esfera pública.

Tal ato de soberba intelectual é uma afronta direta à essência da democracia, que se nutre do livre intercâmbio de ideias e da troca respeitosa de perspectivas divergentes.

É profundamente perturbador que, em pleno século XXI, uma nação que se autointitula democrática recorra a táticas reminiscentes de regimes autoritários, silenciando vozes dissonantes sem sequer conceder o direito ao contraditório.

Essa censura prévia, imposta sem contextualização ou justificativa transparente, é um insulto à inteligência dos cidadãos, que merecem ser tratados como seres racionais capazes de discernir a verdade por si mesmos.

Tal hipocrisia é um ultraje aos princípios fundadores do Estado de Direito, em que a presunção de inocência e o devido processo legal deveriam ser os pilares inegociáveis.

Ao negar ao Twitter a oportunidade de se defender antes de aplicar sanções draconiana, a autoridade brasileira se coloca acima da lei, subjugando os direitos individuais em nome de uma suposta ordem pública.

É uma contradição flagrante que, enquanto nações verdadeiramente democráticas celebram a liberdade de expressão como um ideal inviolável, o Brasil adote uma postura retrógrada, mais alinhada com regimes opressores do passado.

Essa disparidade gritante merece ser confrontada e repudiada com veemência, pois é apenas através da defesa intransigente das liberdades civis que uma sociedade pode verdadeiramente florescer.




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