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Acordo de Paz no Oriente Médio e o Anticristo

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Em um cenário geopolítico e espiritual cada vez mais complexo, os recentes desenvolvimentos no Oriente Médio têm levado muitos a refletir sobre sua conexão com as profecias dos “últimos dias”. Uma movimentação política e geopolítica intensa, especialmente em relação a Israel e às nações vizinhas, é vista não apenas como eventos mundanos, mas como um reflexo de um campo espiritual em constante atividade. Este é um tempo de “despertamento espiritual”, com o “quadro dos últimos dias” se montando diante de nossos olhos.

A Estratégia de “Paz pela Força” e os Acordos de Abraão

O governo dos Estados Unidos, sob a liderança do Presidente Donald Trump, tem adotado a estratégia de “paz pela força” (Shalom Adhac) para o Oriente Médio. Uma recente viagem de Trump pela região, focada em países poderosos do mundo árabe e muçulmano como Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes Unidos, visou estabelecer relações sociais, comerciais e, crucialmente, acordos de paz e normalização.

Os chamados Acordos de Abraão, idealizados por Jared Kushner (genro e conselheiro de Trump), buscam promover a paz entre nações muçulmanas e o povo judeu. Estes acordos tiveram início com os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein em 15 de setembro de 2020, seguidos por Marrocos e Sudão. A Arábia Saudita é considerada o país com o papel mais fundamental para esses acordos, dado seu status como principal nação do mundo árabe, berço do Islã e lar dos descendentes de Ismael. No entanto, o ataque do Hamas em 7 de outubro temporariamente pausou a entrada da Arábia Saudita e de outros países.

Com a possível reeleição do Presidente Trump, há um foco renovado nesses acordos. O nível de investimento e parceria comercial é significativo, com cifras que chegam a trilhões de dólares, como os 1,4 trilhões de dólares previstos para os Emirados Árabes Unidos nos próximos 10 anos. Esta duração de 10 anos é notavelmente semelhante à profecia de Daniel sobre uma aliança firmada “com muitos por uma semana” (7 anos), levantando questionamentos sobre uma possível “falsa paz”.

Um desenvolvimento inusitado é a possível aproximação da Síria aos acordos de Abraão. O líder sírio, Ahmed Sharab (Jolan), teria expressado propostas de paz com Israel, levando o Presidente Trump a retirar sanções contra a Síria, vislumbrando parcerias e investimentos futuros. Outras nações como Omã, Indonésia, Mauritânia, Níger, Somália e Azerbaijão também consideram participar. Atualmente, Israel já mantém tratados de paz com Egito (desde 1979) e Jordânia (desde 1994), e há até uma probabilidade de o Líbano, que não tem acordo de paz, se aproximar.

A mesa de negociações para esses acordos representa um encontro histórico: os Estados Unidos (o cristianismo), Israel (o judaísmo) e as nações árabes (o islamismo). Os EUA atuam como mediadores, construindo uma ponte entre o judaísmo e o islamismo.

O Alerta Profético: A Queda de Edom e Gog e Magog

Paralelamente a esses movimentos geopolíticos, uma perspectiva rabínica traz um alerta profético urgente. O Rabino Chapira, autor do livro “A Queda de Edom”, interpreta os eventos atuais como a fase final da profecia de Gog e Magog, que se desdobra em duas etapas.

Um artigo do jornal israelense INet descreve a atuação dos EUA como mediadores de um acordo abrangente no Oriente Médio, que incluirá a libertação de reféns, a expansão dos acordos de Abraão e a restauração de Gaza, além da normalização entre Israel e Arábia Saudita. Este acordo também permitiria a permanência estável do Hamas no poder e que o Irã mantenha capacidades nucleares civis. Para alguns, isso serve principalmente aos interesses dos EUA e não necessariamente aos de Israel.

A primeira etapa da profecia de Gog e Magog prevê uma reconciliação entre dois reinos distintos: Ismael (representando o mundo árabe e o Islã) e Edom ou Roma (representando o Ocidente, com os EUA e Donald Trump). Esta aliança, no entanto, será de “curta duração”.

As escrituras rabínicas, incluindo o Zohar e o Midrash Tanruma, preveem que na época da revelação do Rei Messias, os reis do mundo se provocarão mutuamente. Especificamente, o rei da Arábia Saudita buscará conselhos e orientação de Edom (os Estados Unidos) para a normalização com Israel. Essa busca por conselho, conforme se desenrola, levará ao surgimento do Rei da Pérsia (Irã), que “destruirá o mundo”. O momento em que a Arábia Saudita assinar o acordo de Abraão é associado ao início das “dores de parto” proféticas.

A preocupante revelação é que os Estados Unidos, e especificamente Trump, estariam fazendo um pacto com Ismael, “deixando Israel completamente de lado”. Essa aliança temporária abrirá caminho para a emergência da “besta final”, que Israel terá que enfrentar.

Um Chamado ao Despertamento

Estamos testemunhando uma aceleração de eventos que, para muitos, são sinais inequívocos do que os profetas e discípulos de Yeshua anunciaram. A convergência de acordos de paz, movimentos geopolíticos e interpretações proféticas sublinha a urgência de um despertamento espiritual.

É um tempo para que as pessoas “olhem para o cenário e reconheçam a palavra do eterno Deus falando conosco: desperta, acorda, é necessário consertar, é necessário fazer um retorno, arrepender-se e preparar-se”. A mensagem final é um alerta urgente para o mundo, pedindo um retorno à fé e a Israel, pois “quem rejeita Israel será rejeitado pelo rei Messias”. Os sinais, desde a vaca vermelha ao Instituto do Templo e os sacrifícios de treinamento, indicam que o “acordo da última semana profética do profeta Daniel está muito próximo de acontecer”.

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