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Brasil se destruindo em 11 minutos!

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O Cenário da Dependência, Desorganização e Justiça Seletiva no Brasil

O panorama atual do Brasil, conforme descrito em recentes análises, é de um país imerso em uma série contínua de escândalos, sugerindo uma nação que, ao se desconectar por um breve período, parece completamente diferente ao retornar. Este cenário é caracterizado por uma percepção de corrupção institucionalizada e uma manipulação planejada da informação, onde a imprensa supostamente escolhe o que esconder, limpar ou relativizar. Os fatos levantados apontam para um projeto de país controlado, dependente, silenciado e empobrecido.

Fiascos Institucionais e o Palco da Vergonha

A diplomacia e a organização de grandes eventos têm sido postas em xeque. A COP 30, por exemplo, foi vendida como um grande palco para a nova imagem do Brasil, mas transformou-se no maior mico diplomático da década e na “COP da vergonha, da incompetência e da gastança indecente”. O evento foi marcado por problemas estruturais, incluindo teto desabando em estruturas caríssimas, incêndio em pavilhão que custou pelo menos R$ 211 milhões, e o governo gastando R$ 71 milhões em cabines de navio. A situação resultou no Chanceler alemão debochando do Brasil, e a resposta do presidente, criticando Berlim, fez do país uma “piada planetária”. Além disso, a figura da Primeira-Dama é citada como alguém que transforma qualquer evento em uma mistura de “look do dia com gafe da semana,” sendo eleita a mulher mais atraente do Brasil, o que é visto como um indicativo de que a régua de avaliação “caiu tanto que atravessou o subsólo”.

A segurança pública também demonstra um nível de barbárie e terrorismo, com relatos chocantes como o de um ladrão que cortou a língua de uma idosa de 102 anos por R$ 100 no Amazonas, e um bebê de 1 ano baleado na cabeça durante um ataque de traficantes no Rio. No campo político, o grupo de esquerda votou contra o PL antifacção, que endurecia o combate ao crime organizado, enquanto o presidente criticou e distorceu o conteúdo do projeto.

A Estratégia da Dependência e o Colapso Econômico

O Brasil atingiu a marca histórica de 50% da população dependendo de programa social ou auxílio do governo. Essa situação é descrita não como política social, mas como um projeto de poder que visa manter a população dependente. A miséria é transformada em estratégia eleitoral, com o aumento do Bolsa Família e o uso de populismo barato e chantagem para manipular a eleição. Quanto mais dependência, maior a garantia de voto.

Enquanto o povo é mantido preso em auxílios, as empresas que geram emprego tentam fugir do país. A Lupo, gigante brasileira, declarou que o Brasil a empurrou para o Paraguai devido aos altos impostos, burocracia e insegurança regulatória. Em contrapartida, o governo dobrou os gastos com cargos comissionados em cinco anos, o que se traduz em mais “amigos em cargo” e militantes nomeados. O resultado é que o Brasil caiu para 32º lugar no ranking de crescimento entre 49 países, indicando que se “gasta-se muito, produz-se pouco, foge-se bastante”.

Fraude, Silenciamento e Justiça Seletiva

A crise institucional se aprofunda com o escândalo de fraude no INSS, onde o órgão liberou cerca de R$ 1,2 bilhão em empréstimos consignados em nome de crianças, incluindo bebês de três meses. Documentos indicam que a AGU já sabia das fraudes desde 2024 e ignorou os alertas, caracterizando não uma falha do sistema, mas o estado permitindo que bebês começassem a vida endividados para enriquecimento de pessoas ligadas a bancos e esquemas bilionários. O Banco Master é citado como um dos envolvidos, com ligações a políticos, ministros, e tendo contratado a esposa de um ministro do STF.

Paralelamente, há denúncias de autoritarismo travestido de proteção à saúde. O Ministério da Saúde anunciou ações contra médicos que questionam a política oficial de vacinação, o que é visto como uma tentativa de silenciamento e monitoramento de opinião. Punir a divergência e ameaçar profissionais por falarem deixa de ser ciência e se torna “autoritarismo do bem”.

O sistema legal também é criticado por sua seletividade. Enquanto banqueiros envolvidos em esquemas bilionários são soltos, a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro foi decretada com base em narrativas políticas, sem crime de sangue ou ameaça atual, sendo que juristas apontam excessos e desproporção na decisão. O caso é um resumo do Brasil, onde quem está fora do sistema sente o peso da lei, mas quem está dentro “conversa, janta e negocia”. Isso é descrito como um regime seletivo que usa a lei como arma contra adversários.

Em resumo, o Brasil não está simplesmente desorganizado; ele está sendo reorganizado para que o cidadão dependa do Estado, tema a justiça e confie na mídia. É por essa razão que há a perseguição e a tentativa de calar médicos, jornalistas, políticos e qualquer cidadão que ouse pensar diferente.

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