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A Raiz Satânica da Ideologia Esquerdista

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O Materialismo e a Rebelião Espiritual: Uma Reflexão sobre as Conexões entre Esquerdismo e Satanismo

O conteúdo apresentado no vídeo propõe uma análise profunda e controversa sobre as ideologias de esquerda (esquerdismo, socialismo, progressismo e comunismo), traçando suas origens históricas e filosóficas até a uma suposta rebelião de natureza espiritual, que culminaria no satanismo e na idolatria ao Estado.

Segundo o material, a regra é clara: quem adota essas ideologias revolucionárias (“fez o L”) está automaticamente excomungado (Latiæ Sentia) da Igreja Católica, de acordo com documentos como a encíclica Quad Apostolite Muneris de Leão XI e o decreto contra o comunismo de Pio XII, e teria feito “pacto com o capiroto”.

A Rebelião Contra a Ordem Divina e a Hierarquia

O cerne da argumentação reside na ideia de que o comunismo é uma doutrina satânica por ser uma rebelião contra a ordem divina. Esta rebelião se manifesta na oposição à hierarquia do ser. Todo o universo é hierárquico, pois Deus participa de Suas perfeições em graus diferentes. O comunista se rebela contra essa hierarquia ao buscar a igualdade absoluta (egalitê).

A igualdade absoluta é vista como a destruição. Essa busca por se igualar a Deus é comparada diretamente ao ato de Lúcifer, o “esquerdista” original. O igualitarismo esquerdista traduz a ideia de Lúcifer de destruir a criação.

As ideologias filhas da Revolução Francesa — liberté, egalitê, fraternitê — são consideradas corruptelas de virtudes verdadeiras. A egalitê se traduz no socialismo, buscando a igualdade na pobreza e a submissão a uma tirania. A liberté revolucionária seria o direito de fazer o que se quer, diferentemente da verdadeira liberdade, que é a capacidade de fazer o que é certo. A fraternitê é a imposição de uma fraternidade forçada (como no nacionalismo), que é anticatólico e frequentemente ligado a sociedades ocultistas.

Raízes Históricas e Ocultismo

As premissas do comunismo remontam a eras anteriores a Karl Marx. O pensamento gnóstico, que contaminou alguns neoplatônicos, pregava que a matéria foi criada por um “demiurgo do mal” e que os indivíduos deveriam se libertar dela através de um conhecimento oculto.

Essa visão deu origem a heresias medievais como os Bogomilos, Cátaros e Albigenses, que criaram sociedades comunitárias igualitaristas onde os bens e até as mulheres eram compartilhados. Eles chegavam ao extremo de defender a morte de mulheres grávidas, pois o bebê estaria aprisionado na matéria. A Igreja Católica combateu essas seitas de “fanáticos infanticidas”.

Embora o comunismo tenha essa origem gnóstica e antimaterialista, ele termina num materialismo crasso.

“Eles veem que quando eles se rebelam contra a criação eles precisam primeiro destruir a ideia do transcendente na sociedade O comunismo… ele termina num materialismo crasso na ideia de que o homem é só matéria é só um aglomerado de células”.

O Renascimento contribuiu para essa degradação ao retirar Deus do centro e colocar o homem, gerando uma sociedade sem visão transcendente. Isso, somado ao nominalismo (a ideia de que não existe verdade absoluta), preparou o caminho para as ideologias iluministas.

O materialismo de Karl Marx é central, pois ele reduziu a antropologia humana a uma dimensão puramente material, alegando que o motor da história são as contradições e os conflitos de classe resultantes da distribuição de bens materiais (Materialismo Histórico e Dialético). O material sugere que Marx era totalmente ocultista e satanista, ligado à Maçonaria e sociedades secretas, assim como a Revolução Bolchevique, que foi engendrada por banqueiros ligados a essas elites.

Outros esquerdistas também são ligados a essa corrente, como George Soros, que financia ideologias antinatalistas, pró-aborto e ideologia de gênero, e Simone de Beauvoir, cuja ideia era a destruição da família. O existencialismo de Sartre e De Beauvoir é visto como uma rebelião luciferiana contra a essência das coisas, dando origem à ideologia de gênero. Até mesmo Hillary Clinton teve seu orientador de tese, Saul Alinsk, ligado ao satanismo; Alinsk dedicou seu livro Rules for Radicals ao demônio (ou ela dedicou sua tese), e suas regras buscam a divisão diabólica (diáulo significa “aquele que divide”) na sociedade, fomentando a luta de classes.

A Luta de Classes e a Idolatria ao Estado

Marx, ao incentivar a luta de classes, “matou a harmonia social” e a verdadeira função da política (promover a irmandade e a virtude). Quando a harmonia é perdida, os homens procuram a solução no Estado. Teóricos como Hegel e Rousseau, que negavam o pecado original ou a graça divina, prepararam o caminho para ideologias estatizantes, onde o Estado representa a “vontade geral” e o indivíduo não existe.

Com o positivismo de Auguste Comte, tenta-se matematizar a ação humana através da engenharia social. Se o homem não tem mais dignidade e individualidade (perdendo a imagem e semelhança de Deus), ele se torna apenas um “agregado econômico” para políticas públicas.

Neste contexto, os direitos naturais são negados; os direitos passam a ser dados pelo Estado, configurando o positivismo.

“O Estado agora é o novo Deus Isso é idolatria E idolatria é o quê satânico Satanismo Exatamente Todo esquerdista ama ama o estado”.

O objetivo final é fazer com que o princípio e a finalidade da sociedade sejam o Estado. O trabalhador, como na Coreia do Norte ou na União Soviética, é reduzido a nada, trabalhando para a subsistência do “monstro estatal”, e não para alcançar a salvação de sua alma.

O Ataque Cultural: Gramsci e a Teologia da Libertação (TDL)

Observando que o trabalhador era tradicionalista e resistente ao materialismo crasso, pensadores como Gramsci, Horkheimer e a Escola de Frankfurt mudaram o foco para destruir a superestrutura da sociedade (cultura, família, religião).

O conceito de hegemonia de Gramsci envolvia a infiltração nas artes, imprensa, academia e no aparato burocrático do Estado, para que a sociedade adotasse ideias de esquerda sem perceber. A meta era destruir a coesão social para que o aparato político substituísse a sociedade.

A Escola de Frankfurt, através de figuras como George Lukács, buscava destruir a verdade, destruindo sua manifestação sensível: a beleza. A arquitetura feia, desproporcional e sem alma (como a de Brasília) é vista como um meio de oprimir o indivíduo e tirar qualquer senso de transcendência, fazendo-o sentir-se pequeno diante do Estado, em contraste com a harmonia e ordem das catedrais góticas.

Outra tática é a Teologia da Libertação (TDL), descrita como uma heresia desenvolvida pela KGB soviética para vender o comunismo em uma roupagem cristã na América Latina. A TDL deturpa a Doutrina Social da Igreja (DSI), que defende o direito sagrado à propriedade privada e promove a virtude e harmonia entre patrões generosos e empregados diligentes.

A TDL distorce os textos sagrados e defende que o Estado deve obrigar o patrão a fornecer certas condições. Além disso, a TDL prega a “preferência pelos pobres”, o que é interpretado como um modo de criar luta de classes e chamar o rico de amaldiçoado. A interpretação materialista da Bíblia sobre o rico e o camelo (passar pelo buraco de uma agulha) é rejeitada, pois Jesus teria preferência pelos humildes e pelos que O amam, e não pelos pobres em detrimento dos ricos.

A TDL é associada a figuras como Paulo Freire e líderes como Dom Paulo Evarnes, que usava boné do MST, um grupo classificado como terrorista. O Padre Cícero, por outro lado, teria afirmado que “o comunismo foi uma ideologia criada pelo demônio”.

O material alerta que a TDL e o modernismo deturpam a ideia de uma instituição política global, promovendo uma governança global laica, vista como o “cadinho do anticristo”, sendo que até mesmo falsos papas estariam preparando essa vinda.

Conclusão: Buscai Primeiro a Justiça de Deus

A reflexão conclui que é essencial não cair nessas ideologias heréticas de idolatria a qualquer estado. A mensagem final é um apelo para que as pessoas não vendam sua dignidade e liberdade em troca de bens materiais, comparando isso ao mito de Fausto, que vendeu a alma a Satanás por quinquilharias.

O caminho proposto é seguir a Jesus Cristo, buscando primeiro a justiça de Deus, e tudo mais será acrescentado.


Para solidificar a compreensão dos conceitos apresentados, podemos usar uma analogia:

Se o universo é uma orquestra regida por Deus, onde cada instrumento (ser) tem um papel e um tom específico (hierarquia), o esquerdismo, conforme descrito, seria como tentar forçar todos os instrumentos a tocar a mesma nota no mesmo volume, destruindo a melodia (a criação). O Estado, nesse caso, não seria o maestro, mas sim um alto-falante ensurdecedor que só amplifica o ruído, exigindo adoração em troca da promessa de uma “harmonia” forçada e monocromática.

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