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Uma Reflexão Sobre o Cenário Político Brasileiro Atual

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Uma Reflexão Sobre o Cenário Político Brasileiro Atual: Entre Impotência e Chamado à Ação
O cenário político brasileiro atual gera um sentimento de impotência para muitos cidadãos. A sensação é de estar cercado por escolhas e figuras que parecem levar a um beco sem saída: Lula à direita, Alexandre de Moraes à esquerda e Janja à frente. A pergunta que ressoa é: “como chegamos a esse ponto?”.

O vídeo analisa a situação de Jair Bolsonaro, que, independentemente de afinidades políticas, se encontra em um estado de restrições significativas: proibido de falar com embaixadores, de usar redes sociais, teve busca e apreensão em sua casa (onde foram encontrados 14 mil reais, um valor que o Nikolas Ferreira considera não absurdo em comparação com casos de corrupção com “malas e malas de dinheiro”), usa tornozeleira eletrônica, e é obrigado a ficar em casa das 19h às 7h, além de estar proibido de falar com seu próprio filho, Eduardo. A comparação é feita com indivíduos condenados por crimes de bilhões, como roubo ao INSS, ou traficantes e estupradores, que, segundo Nikolas Ferreira, não sofrem as mesmas proibições de comunicação familiar. Isso leva à percepção de que o “script é o mesmo” e que “não estamos em uma democracia”. Se isso acontece com um ex-presidente, que é a pessoa mais popular do Brasil, o que não fariam com um cidadão comum, como um pastor, estudante, jornalista, ou empresário com opiniões nas redes sociais?.

A narrativa apresentada sugere que Bolsonaro não está sendo condenado por ações na pandemia ou corrupção, mas sim por uma suposta “tentativa de golpe”. O vídeo questiona a verdadeira preocupação da Suprema Corte e da Polícia Federal, insinuando que o foco está em um ex-presidente que desponta em pesquisas eleitorais como primeiro lugar contra Lula, em vez de combater o crime organizado, como o Comando Vermelho e o PCC. Nikolas Ferreira levanta a hipótese de que a preocupação real seja “tirar a oposição para poder vencer as eleições”, traçando um paralelo com a Venezuela, onde a Suprema Corte agiu de forma similar.

A definição de “golpe” é um ponto central de reflexão. Para Nikolas Ferreira, golpe é “lavar dinheiro, é quebrar estatal, é desviar bilhões de reais”. Ele critica a ideia de que o crime atribuído a Bolsonaro seja um golpe, especialmente considerando a gravidade de outras condenações no Brasil, como a de Sérgio Cabral (condenado a 400 anos e hoje influenciador) ou penas desproporcionais a cidadãos comuns que nunca cometeram crimes antes.

O vídeo aponta para a figura de Alexandre de Moraes, que é percebido como um juiz que “não teve um único voto”, “não é representante de ninguém” e “não tem legitimidade” para tomar as decisões que, na prática, governam o Brasil. A sensação é de que “tudo o Alexandre Moraes decide”. Isso se agrava no contexto da suposta “ditadura” que o Brasil estaria vivendo, onde o Senado não consegue exercer seu papel de freio e contrapeso ao STF, e o Congresso tem suas decisões derrubadas pela corte, como no exemplo do IOF. O Nikolas Ferreira ilustra essa situação com uma analogia de um jogo de futebol onde o juiz tem “superpoderes” e anula os gols do time vitorioso, entregando a vitória ao adversário, sem que os jogadores possam fazer algo.

A questão da soberania nacional também é abordada com um olhar crítico sobre a “narrativa do PT da esquerda”. A carta de Donald Trump em apoio a Bolsonaro, classificando as perseguições como “caça às bruxas” e injustiça, é vista como um movimento para tirá-lo das eleições. A “esquerda” acusa isso de ferir a soberania, mas o Nikolas Ferreira questiona essa postura, lembrando que Lula já interveio internacionalmente para pedir a soltura de Cristina Kirchner na Argentina e a soltura de si próprio (com o PT buscando órgãos internacionais e a TV árabe). Ele também cita o resgate da ex-primeira-dama do Peru, condenada por corrupção, usando o dinheiro do contribuinte e um avião das forças armadas brasileiras, questionando se nessas situações a soberania não foi ferida. A conclusão é que “todo o script é o mesmo”: fazer o errado, culpar o outro, criar o caos e, em seguida, apresentar-se como solução.

Diante desse cenário, a pergunta crucial é: “O que nós vamos fazer aqui?”. A resposta não é simples, e o Nikolas Ferreira reconhece não ter todas as soluções. No entanto, ele enfatiza a importância de não desistir, parar de lutar, parar de falar, parar de comunicar a verdade. Inspirado por Olavo de Carvalho, ele sugere que a “ânsia de agir” deve ser precedida pela “ânsia de entender”. O primeiro passo é compreender que “existe uma pessoa basicamente que chama-se Alexandre de Moraes está desbalanceando a nossa democracia”.

A reflexão se aprofunda no chamado à ação individual e coletiva: seja indo para a rua, compartilhando vídeos, fazendo política no dia a dia, e alcançando novas pessoas. Mas, acima de tudo, Nikolas Ferreira convoca a uma decisão individual de se aproximar de Deus, buscando um caráter mais semelhante ao de Jesus para, dessa forma, mudar o país. A crença é que, embora juízes possam ter muito poder, “eles não têm todo o poder”. A oração, muitas vezes a última coisa a ser feita, é apresentada como a primeira e mais importante ação, lembrando a história dos hebreus no Egito e a intervenção divina.

A vitória, para o Nikolas Ferreira, não depende de uma única pessoa, instituição ou grupo, mas “depende de todo mundo”. A mensagem final é de perseverança e esperança, afirmando que “o sonho de um novo Brasil ainda tá vivo” e que a voz de cada um é importante nesse processo.

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