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pastores escondem versículos que Paulo “proíbe” cristãos de participarem da “santa ceia” fisicamente…

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Com base no conteúdo do vídeo “PASTORES ESCONDEM VERSÍCULOS que PAULO “PROIBE” CRISTÃOS de “COMEREM a “SANTA CEIA” FISICAMENTE…”, podemos refletir sobre a distinção radical entre o que é físico e o que é espiritual nas práticas e ensinamentos cristãos, especialmente no que tange à Santa Ceia, ou Eucaristia.

O vídeo argumenta que o Apóstolo Paulo, em sua carta aos Coríntios, não apenas repreendeu, mas “proibiu” os cristãos de Corinto de participar da Santa Ceia de forma física, porque essa prática estava intrinsecamente ligada a rituais pagãos. Corinto é descrita como uma cidade “pervertida”, “rica” e “sem princípios éticos e morais”, dominada por cultos a deuses como Mitra, Dionísio, Ísis e Osíris. O culto a Mitra, em particular, era proeminente e incluía banquetes e ceias em adoração a essa divindade.

A principal tese apresentada é que Cristo não instituiu um ritual físico de comer pão e beber vinho (muitas vezes com fermento e suco de uva, segundo o vídeo). Pelo contrário, Ele teria usado exemplos físicos para ensinar verdades espirituais, como a Páscoa judaica e a última ceia com pão sem fermento. O “pão”, na verdadeira adoração, representa o ensinamento e a palavra de Cristo, ou seja, Seu corpo espiritual. Ao “comer” esse pão espiritualmente, entende-se a necessidade de viver e vivenciar esses ensinamentos. Da mesma forma, o cálice do vinho simboliza o sangue da nova aliança, representando uma comunhão espiritual, não física.

O vídeo enfatiza que “a carne para nada se aproveita”, e que “o que vivifica é o próprio espírito”. Essa perspectiva é usada para reinterpretar passagens bíblicas, como a do maná no deserto e a pedra que seguia o povo de Israel, que são apresentadas como exemplos de “comida espiritual” e “bebida espiritual”. Mesmo tendo acesso a esses elementos “espirituais” que também tinham uma dimensão física, Deus não se agradou da maioria do povo de Israel porque eles cobiçaram “más coisas” e se tornaram idólatras.

A idolatria, nesse contexto, é ampliada para além da adoração de imagens. O vídeo sugere que idolatrar é “a troca do físico pelo espiritual”. Assim, a prática física da Santa Ceia é vista como um ritual que “está substituindo de certa forma o espiritual”. A “fornicação” mencionada por Paulo não seria primariamente física, mas “fornicação espiritual”, que significa “praticar culto a outros deuses” ou misturar as coisas de Cristo com o paganismo.

Uma das reflexões mais incisivas do vídeo é a alegação de que o sistema religioso atual, incluindo o Catolicismo Romano e o Protestantismo, tem raízes em práticas pagãs, especialmente no mitraísmo. O Concílio de Niceia em 325 d.C., sob o Imperador Constantino, é apontado como o momento em que práticas pagãs foram unificadas com os “ensinos de Cristo” para reerguer o império e controlar a população. Os templos religiosos, tanto católicos quanto protestantes, são apresentados como tendo “a mesma base” dos templos de Mitra, o que tornaria as práticas físicas neles realizadas uma adoração a Mitra, e não ao verdadeiro Messias. O vídeo chega a sugerir que essa mistura pode ser considerada o “próprio anticristo”.

Paulo é citado para reforçar a ideia de que não se pode “beber do cálice do Senhor e ao mesmo tempo do cálice dos demônios”, nem ser “participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios”. Isso significa que não é possível misturar rituais pagãos com a adoração ao Criador, mesmo que a intenção seja adorar a Cristo. A exortação “Fujam da idolatria” é, portanto, central.

Em suma, a reflexão proposta pelo vídeo desafia os participantes de rituais como a Santa Ceia física a questionarem suas práticas e a entenderem o verdadeiro significado espiritual do pão e do vinho, que seria a compreensão e a vivência dos ensinamentos de Cristo e a comunhão com Ele em espírito e verdade, longe de qualquer mistura com paganismo ou com o apego ao que é meramente carnal ou físico. Aqueles que “pensam estar em pé” são alertados a “olharem para que não caiam”, pois participar de rituais físicos hoje pode ser, na visão apresentada, uma forma de idolatria.

Resumindo em 3 partes:

1) Aqueles que comeram do maná que caiu do céu, satisfez apenas o corpo, a carne e morreram mesmo assim ( coisas físicas não salvam a alma).

2) O Messias é o verdadeiro maná que veio do céu, ele não satisfaz a carne, mas o espírito, porque ele é o verdadeiro pão que salva.

3) Rituais físicos entram no exemplo de Moisés no deserto, tudo que é físico, como santa ceia física, não tem poder de salvar, porque o Messias é o único que salva e ele vivifica o espiritual e não o físico.

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