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Bandidolatria e a Seletividade Moral Feminista

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Artigo para Reflexão: O Paradoxo da Defesa de Criminosos e a Hostilidade a Homens Inofensivos

O vídeo analisado levanta uma questão central sobre a dissonância de tratamento dada a diferentes grupos masculinos por ativistas de esquerda e feministas, explorando o fenômeno conhecido como “bandidolatria da esquerda”. A reflexão se concentra no aparente paradoxo de proteger indivíduos perigosos, como narcoterroristas e bandidos, enquanto se condena veementemente homens considerados inofensivos.

A Defesa do Criminoso e a Brutalidade Ignorada

O argumento principal é que o ativismo, em sua vertente mainstream contemporânea, frequentemente defende criminosos da “pior espécie” — aqueles que prejudicam milhares de pessoas, tratam mulheres “como objetos” ou “propriedade” e estão envolvidos em violência extrema (como quebrar braços, raspar a cabeça ou amarrar com arame farpado). Esses “faccionados” são vistos como “vítimas da sociedade”.

Em contraste, homens comuns, como trabalhadores, ou adolescentes inofensivos (“otaco que fica no quarto jogando LOL e CS e Valorant e assistindo anime e falando merda no Discord”), são “realmente tratados como problemas graves”. O vídeo destaca exemplos brutais de crimes cometidos pelos bandidos defendidos, como o espancamento de uma mulher grávida ou o assassinato de jovens que recusam se relacionar com traficantes. Mesmo diante de tais atrocidades, ativistas demonstram condescendência, atribuindo a criminalidade à desigualdade social, trauma ou falta de oportunidades.

A Crítica ao Discurso da Vítima

A tese do vídeo (e da “Spectro Cinza”, a quem o narrador reage) questiona a lógica de justificar a criminalidade por fatores socioeconômicos ou traumáticos. O narrador argumenta que, se essa lógica for aceita, qualquer ato destrutivo ou covarde poderia ser justificado por vieses antropológicos, neurocientíficos, psicológicos ou econômicos.

Essa perspectiva de vitimização total torna o criminoso “vítima desse sistema”. Se o narcoterrorista é vítima da sociedade, o marido alcoólatra que espanca a esposa também o seria, pois ele é “vítima do capitalismo” e de suas obrigações. Se essa premissa fosse levada ao extremo, nem mesmo a Lei da Maria da Penha faria sentido, pois “você sempre vai conseguir justificar” o comportamento do agressor. A reflexão, portanto, sugere que essa narrativa de vitimização dissocia a responsabilidade individual das pessoas por seus atos.

O Alvo Errado: O Arquétipo do “Incel”

O vídeo critica como o termo “Incel” (Involuntariamente Celibatário) se transformou em um “rótulo esquerdista para ofender” e atacar adversários políticos, semelhante a “nazista” ou “fascista”.

Existe uma dissonância cognitiva na forma como esses grupos são retratados. O “inimigo” idealizado é o “homem branco alto forte hétero”, o “branquinho riquinho privilegiado”, que, ironicamente, não seria o indivíduo isolado e sem sucesso social que o termo Incel implica. A realidade, conforme o vídeo, é que muitos jovens que sofrem isolamento, inadequação e raiva e são rotulados como tal são, na verdade, pretos, pardos, pobres, ou deficientes físicos, convivendo com desordem e desestrutura familiar. Ao mirar no arquétipo do “homem branco hétero”, o ativismo estaria, inadvertidamente, atingindo a classe mais vulnerável.

A reflexão se aprofunda na ideia de que os inofensivos (como o adolescente no Discord) são criminalizados por ofensas leves (como piadas de “lavar a louça”), enquanto o narcoterrorista, que brutaliza mulheres de fato, é defendido, sendo visto como uma “vítima do sistema”. Essa inversão de valores é encarada como uma prova de que a preocupação não é com as vítimas, mas sim com a defesa de um “clubinho político”.

O Papel da Seleção Feminina e a Glamorização do Crime

O vídeo toca na complexa dinâmica da seleção sexual feminina e sua influência na criminalidade, especialmente em contextos periféricos. A glamorização da bandidagem na “cultura periférica” pode levar muitas mulheres a dar “muita moral para esses caras”. Sugere-se que se as mulheres rejeitassem maciçamente bandidos e traficantes, estes teriam um “incentivo muito forte e poderoso” para não entrar no crime, pois perderiam o status social e a “moeda sexual”.

Essa atração por homens perigosos é ilustrada por relatos de mulheres que escolhem conscientemente homens tóxicos ou violentos que “amam” (o agressor), em vez de homens decentes que as amam. O resultado trágico dessa escolha é a constatação de que algumas mulheres acabam morrendo “nas mãos do bandido que ela tava saindo”.

Conclusão: Foco na Ação e Não na Potencialidade

A conclusão do artigo retoma a necessidade de abandonar narrativas puramente “sóconstrutivistas” e reconhecer a verdade objetiva. O juízo sobre as pessoas deve ser feito a partir do que elas “de fato fazem”, e não com base em inúmeras situações hipotéticas ou em algo que elas “poderiam ter sido”.

O vídeo rejeita a ideia de que grupos inteiros devam ser tratados como vítimas, especialmente o “faccionado”, que é o que mais comete crimes e faz vítimas reais, controlando vastos territórios. A crítica final é que a condescendência moral para com esses grupos criminosos é um erro social, pois desestimula a responsabilidade individual, fazendo com que as pessoas se resignem diante de seus próprios atos. Deve-se aceitar que existem pessoas que são “de fato irrecuperáveis” e que, portanto, não merecem viver em sociedade.


Para solidificar a compreensão do ponto principal, podemos usar a seguinte analogia:

A defesa seletiva de criminosos, enquanto se ataca o inofensivo, é como se uma brigada de incêndio se recusasse a apagar um incêndio florestal que ameaça uma cidade, justificando que o fogo é uma “vítima” das condições climáticas e da seca, enquanto concentra toda a sua energia em multar um jovem por soltar uma pequena pipa no quintal. A prioridade está invertida: o perigo real é negligenciado sob um manto de justificação teórica, enquanto a ameaça mínima é tratada com severidade desproporcional.

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